

Enraizado no Montado alentejano, o projecto Sintropias cruza Arte, Ecologia e Tempo, integrando o humano num sistema relacional onde coexistência, co-evolução, contenção e criação são práticas vivas.
O tempo é aqui matéria essencial: cultiva-se o vagar como método e ética, transformando a lentidão ativa em pensamento e consciência.
Inspirado na agricultura sintrópica, Sintropias entende a criação artística como regeneração — um processo aberto que aprende com o território e o vê como rede viva. Ao cruzar saberes locais e experimentação contemporânea, afirma-se uma ética do "fazer-com", celebrando uma criação partilhada entre o humano e o mais-do-que-humano.







